Hoje, no sábado e no domingo irá ao ar o programa Está Escrito sobre o Impacto Esperança. O Pr. Fernando contará a história e a experiência do Pr. Milton.
Um grande abraço a todos e feliz sábado!
www.esperanca.com.br
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Compartilhe seu testemunho...
Oi,
Algumas pessoas nos pedem para que continuemos a colocar os textos do Pr. Milton aqui no blog. Foram mais de 800 programas "Em Dia Com Nosso Tempo". Os textos estão sendo preparados e revisados. Alguns deles estão aqui no acervo do blog.
O blog continua a pregação que o Pr. Milton deixou em vida e que um dia ele saberá como após o seu descanso muitas pessoas encontraram paz e ânimo em suas palavras.
Já recebemos alguns testemunhos bonitos de como o blog ajudou a vida de muitas pessoas. Se ajudou você também escreva-nos:
rafael.rossi@mpv.org.br
Que Deus esteja sempre com vocês!
MARANATA!
Algumas pessoas nos pedem para que continuemos a colocar os textos do Pr. Milton aqui no blog. Foram mais de 800 programas "Em Dia Com Nosso Tempo". Os textos estão sendo preparados e revisados. Alguns deles estão aqui no acervo do blog.
O blog continua a pregação que o Pr. Milton deixou em vida e que um dia ele saberá como após o seu descanso muitas pessoas encontraram paz e ânimo em suas palavras.
Já recebemos alguns testemunhos bonitos de como o blog ajudou a vida de muitas pessoas. Se ajudou você também escreva-nos:
rafael.rossi@mpv.org.br
Que Deus esteja sempre com vocês!
MARANATA!
quarta-feira, 5 de março de 2008
A ÚLTIMA VIAGEM
Nasceu na fé. Viveu na fé. Morreu na fé. As orações não chegaram ao fígado e ao intestino grosso, mas alcançaram o coração. Foi coerente entre a maneira de viver e morrer, de falar e praticar. Um visionário, ousado e corajoso. Como reportar os últimos fatos sobre um homem que colocou o coração em tudo o que fez sem se emocionar? Quebrarei algumas regras do jornalismo. Foram cinco anos de convívio próximo. Viagens, sonhos, planejamentos e realizações. Falarei de alguém que vi chegar, atuar e partir. Na empresa, na igreja, no hospital, no velório e ao ser colocado à última flor sobre o túmulo, o repórter viu. Dedico essa reportagem especial a todos os Anjos da Esperança e a você que não pode estar tão perto.
Por J.Washington F. Alves
NO INÍCIO
“No dia 23 de setembro, às 22 horas, no Hospital Adventista de São Paulo, fui informado que eu tinha um tumor maligno no intestino grosso e o fígado já estava contaminado. Foi um choque, mil perguntas sem respostas e muita vontade de conhecer o futuro. Confio em Deus e entreguei a Ele meu destino. Uma corrente de amigos em oração se formou para enfrentar todo o tratamento com a certeza que Deus é poderoso”.
ÚLTIMAS PALAVRAS
“Fiquem firmes na igreja. Não vejam isso como uma derrota, pois Deus sabe o que é melhor. Eu já aceitei, minha esposa Miriam já aceitou, aceitem também. Eu não sinto dor e pude pensar e refletir sobre tudo. Deus é misericordioso. Eu sei em quem tenho crido”. Milton César de Souza deu entrada no A.C. Camargo, hospital referência em tratamento de câncer, tipo o que feriu o diretor geral da Rede Novo Tempo. Em quinze de agosto, pregou em Tremembé e no dia 13 de setembro falou em duas igrejas de Pindamonhangaba, região coberta pela geradora do Canal da Esperança. Pregou sobre quem será o primeiro no Reino de Deus, baseado em no livro escrito por Mateus, no capitulo 20 e versículo vinte. Em 20 de setembro o tumor começava incomodar três dias depois um exame revelaria o inesperado. Todos que o visitaram viram um Milton otimista. Havia um mapa com pontos coloridos indicando cada lugar no planeta onde tinha alguém orando por ele. Foram mais de sete mil pessoas. As preces não chegaram ao fígado ou intestino, mas alcançaram o coração. O gigante Milton chorou ao saber que a mãe Rute andou de casa em casa da fazenda Passos pedindo oração pelo filho acamado. Em Rolante, Miltão era conhecido e ficou ainda mais com a implantação da TV Novo Tempo que hoje está em todos os lares. Iniciativa do diretor do SISAC. O proprietário de uma lanchonete, localizada a dois km da igreja da fazenda, disse sem ser perguntado: “ Perdemos o nosso pastor ”. Ao conversar com a mãe, é possível ver o filho nos olhos dela. Olhei para o pai João e imaginei como seria o amigo Milton com oitenta anos. Ele viveu uma vida completa em apenas 51 anos. Perdemos o pastor. Ganhamos seu legado.
ÚLTIMOS MOMENTOS
Então ouviu uma voz do Céu, que disse, escreva isto: Felizes as pessoas que desde agora morrem no serviço do Senhor! Sim, isso é verdade! Responde o Espírito de Deus. Elas descansaram do seu duro trabalho porque levaram consigo o resultado dos seus serviços. Apocalipse 14:13. “Mas eles encontraram a Paz. Os que vivem uma vida correta descansam em paz na sepultura”. Isaías 57:2. Esses foram os últimos versos recitados pelo pregador Milton Souza. Aproximava o pôr-do-sol que marcaria a entrada de um novo dia, era a tardinha do dia 12 de dezembro, restavam 19 dias para o ano novo.Depois de sugerir os planos para a esposa Miriam Souza, as filhas gêmeas Ellen e Elise e os genros pastores Rafael e Hiran, após pedir que os netinhos Giovana ( 2 anos ), Mariana ( 5 meses ) e Mateus ( cinco meses ) cresçam nos caminhos do Senhor, o administrador Milton combinou o reencontro na ressurreição e disse até logo.Foi cantado o hino que diz: “Sou feliz com Jesus, meu senhor”. Ele dormiu. Nos últimos oitenta e cinco dias, Milton viajou com o Criador com tanta intimidade que com Ele ficou. Parafraseando Gênesis 5:24. As 7h05m do dia 13, a junta médica declarou o óbito. Ali começava o último sermão do pastor Souza. Uma mensagem de vida, submissão à vontade divina e testemunhos poderosos tomariam conta do país.
DESPEDIDA EM SÃO PAULO
Tons variados coloriam as quatorze coroas enviadas por instituições cristãs. No piano; clássicos da música sacra. O relógio marcava 20h17m. Na quinta-feira, dia 13 de dezembro, aconteceu a cerimônia que iniciaria a última viagem de um líder. Cerca de quinhentas pessoas foram ao templo adventista no bairro Jardim América, em Jacareí, São Paulo, para ver Milton Souza e abraçar esposa, filhas e genros. Os três netos, tão pequenos, hoje no colo, devem se desenvolver vendo os frutos de um homem humilde que, mesmo sendo tão grande, se fazia de pequeno para muitos crescessem.
Líderes religiosos que conviveram com Milton Souza contaram fatos curiosos da infância, vida acadêmica e ministerial. O quarteto Arautos do Rei cantou um hino que diz que haverá o dia em que não existirá mais dor. Os cento e sessenta funcionários do Sistema Adventista de Comunicação e telespectadores da Rede Novo Tempo de Televisão de várias cidades tiveram oportunidade de participar do culto especial. As 22h12m o pastor Souza foi levado para o aeroporto de Congonhas, à uma hora e meia de Jacareí. De São Paulo, ainda de madrugada, foi trasladado para Porto Alegre, capital gaúcha. Chegou as 9h49m e foi conduzido até o templo do IACS - Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, internato dirigido por Milton Souza durante dez anos, tendo saído no fim do ano dois mil para se dedicar a atividades eclesiásticas.
DESPEDIDA NO RIO GRANDE DO SUL
Mil e trezentas pessoas compareceram ao templo principal do IACS, no município de Taquara. A porta, recepcionistas entregavam um folder especial sobre o ex-diretor. Vestindo paletó preto, camisa branca e gravata preta com detalhes em azul celeste, pastor Milton descansava na parte central da nave da igreja que ajudou a construir. Em volta do ex-aluno, educadores, educandos, colegas de ministério e familiares. Vinte e nove coroas de flores com dedicatórias das principais instituições adventistas do Brasil. Bem próximo, estavam os pais, os três irmãos, sobrinhos, esposa, filhas, genros e líderes adventistas de todas as regiões do país.
Quando criança, Milton estudou com Aparecida Macedo. Mais tarde, como diretor do IACS, a contratou como relações públicas. No último adeus a professora revelou que o pastor Souza fez de tudo para que trocasse a maquina de datilografar por um computador. “Ele ia a minha sala e, com paciência, fazia a minha inclusão digital, me alfabetizava em computação”. Relata Aparecida para os presentes. Depois de vários testemunhos, um coral de cento e cinqüenta vozes cantou um hino que anuncia um mundo sem sofrimento. O responsável pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, Erton Köhler proferiu a mensagem principal ressaltando versos bíblicos e a atuação do servidor. Pr. Erton agradeceu aos familiares por terem doado o pastor e escritor Souza para a Igreja Adventista. Citando nominalmente os parentes, Erton disse que todos deveriam ficar tranqüilos, pois essa é a última viagem. Ele vai voltar por ocasião do retorno de Jesus. Afirmou Köhler.
UM PIONEIRO
O apresentador do programa televisivo Está Escrito, Fernando Iglesias, cantou um hino que fala de um novo e lindo país. Logo em seguida a última parada seria na fazenda Passos, em Rolante, terra natal de Milton. Dessa região, pelo menos 85 pastores e 300 obreiros saíram para servir o Brasil e o mundo. Pastor Milton nasceu em 25 de agosto de 1956, dia do soldado. Trabalhou 29 anos como ministro do evangelho. Lutou 83 dias contra um câncer no intestino que se espalhou para o fígado. Faleceu aos 51 anos de idade, as 7h5m do dia 13 de dezembro, no fim de 2007, ano que colaborou, e muito, para a história de comunicação na Igreja Adventista passasse para um Novo Tempo através de canais abertos. O homem que descansava em um caixão coberto pela bandeira da IASD – Igreja Adventista do Sétimo Dia, sendo um líder nunca deixou de ser pastor.
SEPULTAMENTO
Em 1904 surgiram os primeiros adventistas na fazenda Passos. Três anos depois, passou a funcionar a escola adventista que em 1913 foi registrada como a terceira escola do Rio Grande do Sul. Em 1973 o colégio recebeu o nome de Ivo Souza, primo do pastor Milton que está sepultado no Cemitério dos Pioneiros, que fica a cerca de cem metros da escola Pr. Ivo Souza e a trezentos metros da casa onde o administrador Milton Souza viveu toda infância. Uma morada simples, varanda pequena, antena de recepção do Canal da Esperança sobre o telhado, uma altaneira e frondosa árvore defronte, o silêncio campestre rompido pelo canto dos pássaros. A estrada é de terra, o ônibus rural passa e a poeira fica. Todos do povoado lembram uma cena vivida com Milton, o cidadão de Rolante que entrou na TV para levar um Novo Tempo. Hoje o trator estava parado, mas nas férias o filho de Rute e João fazia questão de ajudar os pais no trabalho da terra. Bem próximo, ao lado, na igreja, o quarteto Farol entoava um hino de fé. Estava chegando à hora.
Da igreja ao túmulo são menos de oitenta metros. Ao lado do sepulcro do primo Ivo, essa foi à última parada do comunicador Milton. Sol intenso, trinta e quatro graus, mais hinos de encorajamento, mais oração, mais afeto, mais saudade, menos um soldado, um Anjo da Esperança a menos. Às três da tarde e cinqüenta minutos, estava sepultado o pioneiro da tevê Novo Tempo, aquele que deu vida a rede adventista de televisão pelos sistemas a cabo e aberta no Brasil. Pioneiro.
Os últimos a sair do cemitério dos pioneiros foram os da família Souza. Os raios de sol coloriam as copas das árvores, a sexta-feira dava lugar ao sábado, o sol a lua e as estrelas, astros que Milton tanto conhecia. No sábado as ovelhas foram à igrejinha da fazenda e recordaram os passos do pastor. Os mais vividos contarão e os jovens lembrarão. Milton Souza, o Anjo da Esperança. O Semeador já deu a vida pela semente. Jesus virá e a morte não mais existirá. Seja paciente. I Pedro 5:8.
Ele virá. A viagem será breve!
Continua...
CURIOSIDADES - Milton César de Souza
Esporte praticado: Vôlei.
Alimentação: A mais saudável possível.
Moradia: Havia comprado um terreno em Jacareí e queria construir a primeira casa própria.
Economia: Economizava de si para sobrar para a igreja.
Mudança: Transferiu todo o Sistema Adventista de Comunicação de Nova Friburgo, RJ, para Jacareí, SP, possibilitando um avanço na Obra de Deus.
Viagem: Ia fazer uma semana de oração em Recife-PE.
Esposa: A professora Miriam Souza o chamava de “benzinho”. Na empresa ou na IASD, de Pr. Milton.
Filhas: Chamavam de “paizinho” ou “meu pai”.
Genros: Chamavam de “tio”.
Amizade: Certa feita, quando pequenos, um primo disse: Vamos lutar Milton?
“ Não. Não posso. Você é o meu melhor amigo”.Respondeu.
Trabalho: Participava, mesmo no hospital, das decisões e assinava documentos levados pelo fiel amigo e diretor financeiro Gilnei Abreu.
Vigília: Assistiu, pela internet, a realização de um dos seus projetos, a Vigília Novo Tempo.
Nasceu na fé. Viveu na fé. Morreu na fé. As orações não chegaram ao fígado e ao intestino grosso, mas alcançaram o coração. Foi coerente entre a maneira de viver e morrer, de falar e praticar. Um visionário, ousado e corajoso. Como reportar os últimos fatos sobre um homem que colocou o coração em tudo o que fez sem se emocionar? Quebrarei algumas regras do jornalismo. Foram cinco anos de convívio próximo. Viagens, sonhos, planejamentos e realizações. Falarei de alguém que vi chegar, atuar e partir. Na empresa, na igreja, no hospital, no velório e ao ser colocado à última flor sobre o túmulo, o repórter viu. Dedico essa reportagem especial a todos os Anjos da Esperança e a você que não pode estar tão perto.
Por J.Washington F. Alves
NO INÍCIO
“No dia 23 de setembro, às 22 horas, no Hospital Adventista de São Paulo, fui informado que eu tinha um tumor maligno no intestino grosso e o fígado já estava contaminado. Foi um choque, mil perguntas sem respostas e muita vontade de conhecer o futuro. Confio em Deus e entreguei a Ele meu destino. Uma corrente de amigos em oração se formou para enfrentar todo o tratamento com a certeza que Deus é poderoso”.
ÚLTIMAS PALAVRAS
“Fiquem firmes na igreja. Não vejam isso como uma derrota, pois Deus sabe o que é melhor. Eu já aceitei, minha esposa Miriam já aceitou, aceitem também. Eu não sinto dor e pude pensar e refletir sobre tudo. Deus é misericordioso. Eu sei em quem tenho crido”. Milton César de Souza deu entrada no A.C. Camargo, hospital referência em tratamento de câncer, tipo o que feriu o diretor geral da Rede Novo Tempo. Em quinze de agosto, pregou em Tremembé e no dia 13 de setembro falou em duas igrejas de Pindamonhangaba, região coberta pela geradora do Canal da Esperança. Pregou sobre quem será o primeiro no Reino de Deus, baseado em no livro escrito por Mateus, no capitulo 20 e versículo vinte. Em 20 de setembro o tumor começava incomodar três dias depois um exame revelaria o inesperado. Todos que o visitaram viram um Milton otimista. Havia um mapa com pontos coloridos indicando cada lugar no planeta onde tinha alguém orando por ele. Foram mais de sete mil pessoas. As preces não chegaram ao fígado ou intestino, mas alcançaram o coração. O gigante Milton chorou ao saber que a mãe Rute andou de casa em casa da fazenda Passos pedindo oração pelo filho acamado. Em Rolante, Miltão era conhecido e ficou ainda mais com a implantação da TV Novo Tempo que hoje está em todos os lares. Iniciativa do diretor do SISAC. O proprietário de uma lanchonete, localizada a dois km da igreja da fazenda, disse sem ser perguntado: “ Perdemos o nosso pastor ”. Ao conversar com a mãe, é possível ver o filho nos olhos dela. Olhei para o pai João e imaginei como seria o amigo Milton com oitenta anos. Ele viveu uma vida completa em apenas 51 anos. Perdemos o pastor. Ganhamos seu legado.
ÚLTIMOS MOMENTOS
Então ouviu uma voz do Céu, que disse, escreva isto: Felizes as pessoas que desde agora morrem no serviço do Senhor! Sim, isso é verdade! Responde o Espírito de Deus. Elas descansaram do seu duro trabalho porque levaram consigo o resultado dos seus serviços. Apocalipse 14:13. “Mas eles encontraram a Paz. Os que vivem uma vida correta descansam em paz na sepultura”. Isaías 57:2. Esses foram os últimos versos recitados pelo pregador Milton Souza. Aproximava o pôr-do-sol que marcaria a entrada de um novo dia, era a tardinha do dia 12 de dezembro, restavam 19 dias para o ano novo.Depois de sugerir os planos para a esposa Miriam Souza, as filhas gêmeas Ellen e Elise e os genros pastores Rafael e Hiran, após pedir que os netinhos Giovana ( 2 anos ), Mariana ( 5 meses ) e Mateus ( cinco meses ) cresçam nos caminhos do Senhor, o administrador Milton combinou o reencontro na ressurreição e disse até logo.Foi cantado o hino que diz: “Sou feliz com Jesus, meu senhor”. Ele dormiu. Nos últimos oitenta e cinco dias, Milton viajou com o Criador com tanta intimidade que com Ele ficou. Parafraseando Gênesis 5:24. As 7h05m do dia 13, a junta médica declarou o óbito. Ali começava o último sermão do pastor Souza. Uma mensagem de vida, submissão à vontade divina e testemunhos poderosos tomariam conta do país.
DESPEDIDA EM SÃO PAULO
Tons variados coloriam as quatorze coroas enviadas por instituições cristãs. No piano; clássicos da música sacra. O relógio marcava 20h17m. Na quinta-feira, dia 13 de dezembro, aconteceu a cerimônia que iniciaria a última viagem de um líder. Cerca de quinhentas pessoas foram ao templo adventista no bairro Jardim América, em Jacareí, São Paulo, para ver Milton Souza e abraçar esposa, filhas e genros. Os três netos, tão pequenos, hoje no colo, devem se desenvolver vendo os frutos de um homem humilde que, mesmo sendo tão grande, se fazia de pequeno para muitos crescessem.
Líderes religiosos que conviveram com Milton Souza contaram fatos curiosos da infância, vida acadêmica e ministerial. O quarteto Arautos do Rei cantou um hino que diz que haverá o dia em que não existirá mais dor. Os cento e sessenta funcionários do Sistema Adventista de Comunicação e telespectadores da Rede Novo Tempo de Televisão de várias cidades tiveram oportunidade de participar do culto especial. As 22h12m o pastor Souza foi levado para o aeroporto de Congonhas, à uma hora e meia de Jacareí. De São Paulo, ainda de madrugada, foi trasladado para Porto Alegre, capital gaúcha. Chegou as 9h49m e foi conduzido até o templo do IACS - Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, internato dirigido por Milton Souza durante dez anos, tendo saído no fim do ano dois mil para se dedicar a atividades eclesiásticas.
DESPEDIDA NO RIO GRANDE DO SUL
Mil e trezentas pessoas compareceram ao templo principal do IACS, no município de Taquara. A porta, recepcionistas entregavam um folder especial sobre o ex-diretor. Vestindo paletó preto, camisa branca e gravata preta com detalhes em azul celeste, pastor Milton descansava na parte central da nave da igreja que ajudou a construir. Em volta do ex-aluno, educadores, educandos, colegas de ministério e familiares. Vinte e nove coroas de flores com dedicatórias das principais instituições adventistas do Brasil. Bem próximo, estavam os pais, os três irmãos, sobrinhos, esposa, filhas, genros e líderes adventistas de todas as regiões do país.
Quando criança, Milton estudou com Aparecida Macedo. Mais tarde, como diretor do IACS, a contratou como relações públicas. No último adeus a professora revelou que o pastor Souza fez de tudo para que trocasse a maquina de datilografar por um computador. “Ele ia a minha sala e, com paciência, fazia a minha inclusão digital, me alfabetizava em computação”. Relata Aparecida para os presentes. Depois de vários testemunhos, um coral de cento e cinqüenta vozes cantou um hino que anuncia um mundo sem sofrimento. O responsável pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, Erton Köhler proferiu a mensagem principal ressaltando versos bíblicos e a atuação do servidor. Pr. Erton agradeceu aos familiares por terem doado o pastor e escritor Souza para a Igreja Adventista. Citando nominalmente os parentes, Erton disse que todos deveriam ficar tranqüilos, pois essa é a última viagem. Ele vai voltar por ocasião do retorno de Jesus. Afirmou Köhler.
UM PIONEIRO
O apresentador do programa televisivo Está Escrito, Fernando Iglesias, cantou um hino que fala de um novo e lindo país. Logo em seguida a última parada seria na fazenda Passos, em Rolante, terra natal de Milton. Dessa região, pelo menos 85 pastores e 300 obreiros saíram para servir o Brasil e o mundo. Pastor Milton nasceu em 25 de agosto de 1956, dia do soldado. Trabalhou 29 anos como ministro do evangelho. Lutou 83 dias contra um câncer no intestino que se espalhou para o fígado. Faleceu aos 51 anos de idade, as 7h5m do dia 13 de dezembro, no fim de 2007, ano que colaborou, e muito, para a história de comunicação na Igreja Adventista passasse para um Novo Tempo através de canais abertos. O homem que descansava em um caixão coberto pela bandeira da IASD – Igreja Adventista do Sétimo Dia, sendo um líder nunca deixou de ser pastor.
SEPULTAMENTO
Em 1904 surgiram os primeiros adventistas na fazenda Passos. Três anos depois, passou a funcionar a escola adventista que em 1913 foi registrada como a terceira escola do Rio Grande do Sul. Em 1973 o colégio recebeu o nome de Ivo Souza, primo do pastor Milton que está sepultado no Cemitério dos Pioneiros, que fica a cerca de cem metros da escola Pr. Ivo Souza e a trezentos metros da casa onde o administrador Milton Souza viveu toda infância. Uma morada simples, varanda pequena, antena de recepção do Canal da Esperança sobre o telhado, uma altaneira e frondosa árvore defronte, o silêncio campestre rompido pelo canto dos pássaros. A estrada é de terra, o ônibus rural passa e a poeira fica. Todos do povoado lembram uma cena vivida com Milton, o cidadão de Rolante que entrou na TV para levar um Novo Tempo. Hoje o trator estava parado, mas nas férias o filho de Rute e João fazia questão de ajudar os pais no trabalho da terra. Bem próximo, ao lado, na igreja, o quarteto Farol entoava um hino de fé. Estava chegando à hora.
Da igreja ao túmulo são menos de oitenta metros. Ao lado do sepulcro do primo Ivo, essa foi à última parada do comunicador Milton. Sol intenso, trinta e quatro graus, mais hinos de encorajamento, mais oração, mais afeto, mais saudade, menos um soldado, um Anjo da Esperança a menos. Às três da tarde e cinqüenta minutos, estava sepultado o pioneiro da tevê Novo Tempo, aquele que deu vida a rede adventista de televisão pelos sistemas a cabo e aberta no Brasil. Pioneiro.
Os últimos a sair do cemitério dos pioneiros foram os da família Souza. Os raios de sol coloriam as copas das árvores, a sexta-feira dava lugar ao sábado, o sol a lua e as estrelas, astros que Milton tanto conhecia. No sábado as ovelhas foram à igrejinha da fazenda e recordaram os passos do pastor. Os mais vividos contarão e os jovens lembrarão. Milton Souza, o Anjo da Esperança. O Semeador já deu a vida pela semente. Jesus virá e a morte não mais existirá. Seja paciente. I Pedro 5:8.
Ele virá. A viagem será breve!
Continua...
CURIOSIDADES - Milton César de Souza
Esporte praticado: Vôlei.
Alimentação: A mais saudável possível.
Moradia: Havia comprado um terreno em Jacareí e queria construir a primeira casa própria.
Economia: Economizava de si para sobrar para a igreja.
Mudança: Transferiu todo o Sistema Adventista de Comunicação de Nova Friburgo, RJ, para Jacareí, SP, possibilitando um avanço na Obra de Deus.
Viagem: Ia fazer uma semana de oração em Recife-PE.
Esposa: A professora Miriam Souza o chamava de “benzinho”. Na empresa ou na IASD, de Pr. Milton.
Filhas: Chamavam de “paizinho” ou “meu pai”.
Genros: Chamavam de “tio”.
Amizade: Certa feita, quando pequenos, um primo disse: Vamos lutar Milton?
“ Não. Não posso. Você é o meu melhor amigo”.Respondeu.
Trabalho: Participava, mesmo no hospital, das decisões e assinava documentos levados pelo fiel amigo e diretor financeiro Gilnei Abreu.
Vigília: Assistiu, pela internet, a realização de um dos seus projetos, a Vigília Novo Tempo.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Náufrago por 40 horas
Pescador é resgatado após 40 horas no mar.
Amilton Antônio Rosa trabalhava num barco pesqueiro. Na noite do ciclone Catarina, ele estava no mar quando seu barco foi atingido. Com ventos de 150 quilômetros por hora, as ondas chegavam a 5 metros de altura.
Todos sentiram que o barco iria a pique. Silvio Henrique, um de seus companheiros, gritava desesperado. Ele não sabia nadar. Amilton tentou acalmá-lo, dizendo que ele não iria morrer.
Eles vestiram o colete salva-vidas. Depois Amilton falou para Silvio Henrique: você precisa jogar-se no mar comigo. O colete não vai deixar você afundar. Não precisa nadar. Vendo que o barco afundaria na próxima onda, ele disse: é agora. Amilton pulou. Silvio Henrique não teve coragem de pular.
Na escuridão, Amilton não via nada. Quando ouvia o rugir de mais uma onda, ele mergulhava a cabeça para não sofrer o impacto. A água era gelada. O dia amanheceu. Ele não via nada, além do mar e o céu.
De repente, um barulho de avião. Ele acenou, mas não foi visto. Mais dois aviões de resgate passaram, mas ninguém viu seus acenos. Consciente, ele procurou manter-se calmo, nadando devagar e sem perder a esperança. Após 40 horas no mar, ele foi resgatado por um barco.
Lucas 5:11 “E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram.”
Aqui está a história de outros pescadores que tiveram que tomar uma grande decisão. Deixar o barco pra seguir a Jesus.
Silvio Henrique não teve coragem. Na hora de decidir, o medo foi maior. Seu corpo foi encontrado dois dias depois junto com os destroços do barco.
Em meio à grande tempestade que assola este mundo, Cristo lhe faz um convite, amigo. Terá você coragem de decidir ao lado de Jesus? Terá coragem de abandonar o barco desta vida de pecado, longe de Deus? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
Pescador é resgatado após 40 horas no mar.
Amilton Antônio Rosa trabalhava num barco pesqueiro. Na noite do ciclone Catarina, ele estava no mar quando seu barco foi atingido. Com ventos de 150 quilômetros por hora, as ondas chegavam a 5 metros de altura.
Todos sentiram que o barco iria a pique. Silvio Henrique, um de seus companheiros, gritava desesperado. Ele não sabia nadar. Amilton tentou acalmá-lo, dizendo que ele não iria morrer.
Eles vestiram o colete salva-vidas. Depois Amilton falou para Silvio Henrique: você precisa jogar-se no mar comigo. O colete não vai deixar você afundar. Não precisa nadar. Vendo que o barco afundaria na próxima onda, ele disse: é agora. Amilton pulou. Silvio Henrique não teve coragem de pular.
Na escuridão, Amilton não via nada. Quando ouvia o rugir de mais uma onda, ele mergulhava a cabeça para não sofrer o impacto. A água era gelada. O dia amanheceu. Ele não via nada, além do mar e o céu.
De repente, um barulho de avião. Ele acenou, mas não foi visto. Mais dois aviões de resgate passaram, mas ninguém viu seus acenos. Consciente, ele procurou manter-se calmo, nadando devagar e sem perder a esperança. Após 40 horas no mar, ele foi resgatado por um barco.
Lucas 5:11 “E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram.”
Aqui está a história de outros pescadores que tiveram que tomar uma grande decisão. Deixar o barco pra seguir a Jesus.
Silvio Henrique não teve coragem. Na hora de decidir, o medo foi maior. Seu corpo foi encontrado dois dias depois junto com os destroços do barco.
Em meio à grande tempestade que assola este mundo, Cristo lhe faz um convite, amigo. Terá você coragem de decidir ao lado de Jesus? Terá coragem de abandonar o barco desta vida de pecado, longe de Deus? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Briga de grilos
A polícia chinesa prendeu 115 pessoas por causa de competição com grilos. Você não acredita? Embora não seja mais tão comum como a 50 anos, muitos habitantes de Hong Kong têm grande apreciação por brigas de grilos. O uso de inseticidades tem tornado mais difícil a vida dos caçadores de grilos para os combates. Com a diminuição da oferta de bichos, um grilo bom de briga está custando atualmente mais de 7 mil reais por lá. É muito dinheiro por um grilo, mas para quem tem dinheiro e gosto... O problema da semana passada é que as brigas de grilos não são proibidas, mas as apostas sim. Lá, como aqui e em qualquer lugar do planeta, as pessoas gostam de desobedecer. Depois de investigar um clube suspeito durante vários dias... a polícia fez uma batida e não deu outra. Muita gente estava apostando dinheiro grosso nos grilos. 115 transgressores presos.
Não nos cabe aqui definir de que as pessoas devem gostar ou onde gastar seu dinheiro. Existem os famosos teatros de pulgas, corridas com diversos tipos de animais, incluindo insetos, lutas entre animais, também incluindo insetos, como aranhas. Mas briga de grilos eu ainda não sabia que existia, ainda mais tendo que pagar 7 mil reais para ser dono de um grilo campeão. Bem, trata-se de uma cultura possivelmente diferente da minha e da sua.
Neemias 6:3
“Enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria a obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”
Essa foi a reposta de Neemias aos que desejam desviá-lo de sua importante obra. E você, poderia dizer o mesmo? O que você está fazendo será importante para alguém mais? Vai ser uma bênção para a comunidade, para a sua família, para a igreja? Não estará o seu tempo sendo perdido com briga de grilos ou coisa parecida? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
A polícia chinesa prendeu 115 pessoas por causa de competição com grilos. Você não acredita? Embora não seja mais tão comum como a 50 anos, muitos habitantes de Hong Kong têm grande apreciação por brigas de grilos. O uso de inseticidades tem tornado mais difícil a vida dos caçadores de grilos para os combates. Com a diminuição da oferta de bichos, um grilo bom de briga está custando atualmente mais de 7 mil reais por lá. É muito dinheiro por um grilo, mas para quem tem dinheiro e gosto... O problema da semana passada é que as brigas de grilos não são proibidas, mas as apostas sim. Lá, como aqui e em qualquer lugar do planeta, as pessoas gostam de desobedecer. Depois de investigar um clube suspeito durante vários dias... a polícia fez uma batida e não deu outra. Muita gente estava apostando dinheiro grosso nos grilos. 115 transgressores presos.
Não nos cabe aqui definir de que as pessoas devem gostar ou onde gastar seu dinheiro. Existem os famosos teatros de pulgas, corridas com diversos tipos de animais, incluindo insetos, lutas entre animais, também incluindo insetos, como aranhas. Mas briga de grilos eu ainda não sabia que existia, ainda mais tendo que pagar 7 mil reais para ser dono de um grilo campeão. Bem, trata-se de uma cultura possivelmente diferente da minha e da sua.
Neemias 6:3
“Enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria a obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”
Essa foi a reposta de Neemias aos que desejam desviá-lo de sua importante obra. E você, poderia dizer o mesmo? O que você está fazendo será importante para alguém mais? Vai ser uma bênção para a comunidade, para a sua família, para a igreja? Não estará o seu tempo sendo perdido com briga de grilos ou coisa parecida? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
350 anos do Taj Mahal
A Índia está se preparando para comemorar o aniversário de 350 anos de seu mais famoso monumento turístico, o Taj Mahal. Só no ano passado cerca de 3 milhões de pessoas visitaram o monumento. As comemorações serão simples e realizadas a cerca de 2 km de distância. Nada pode danificar o mausoléu de mármore. Visitar o seu interior - nem pensar. O pomposo prédio, cercado por um espelho d’água, é considerado uma das mais belas construções do mundo. Na verdade, o Taj Mahal está construído sobre uma linda história de amor. Quando perdeu sua esposa por complicações no parto de seu décimo quarto filho, o imperador Shah Jahan chamou todos os grandes artistas e arquitetos, comprou todas as jóias e o melhor mármore e pediu que construíssem o mais lindo túmulo. Ali jaz o corpo do imperador e da mulher mais amada. Levou 22 anos para ficar pronto. Desde então, nesses 350 anos, nenhum outro monumento foi construído que a ele se compare.
João 3:16
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Muito antes do Taj Mahal, outro monumento de amor foi levantado. Não com o mais lindo mármore. Não com jóias preciosas para enfeitá-lo. Num monte escuro, esse monumento foi cravado em forma de uma rude cruz. Nela, o filho de Deus derramou Seu amor por toda a raça humana. Quem quiser, pode juntar-se aos milhões que visitam o Taj Mahal cada ano. Ficarão encantados. Mas não poderão entrar para ver os corpos do imperador e sua esposa ali depositados. Se quiserem conhecer a outra história, a história da cruz, não precisarão ir a lugar algum. A cruz não existe mais, a sepultura está vazia porque Cristo ressuscitou. É em seu coração que Ele deseja construir um monumento. Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
A Índia está se preparando para comemorar o aniversário de 350 anos de seu mais famoso monumento turístico, o Taj Mahal. Só no ano passado cerca de 3 milhões de pessoas visitaram o monumento. As comemorações serão simples e realizadas a cerca de 2 km de distância. Nada pode danificar o mausoléu de mármore. Visitar o seu interior - nem pensar. O pomposo prédio, cercado por um espelho d’água, é considerado uma das mais belas construções do mundo. Na verdade, o Taj Mahal está construído sobre uma linda história de amor. Quando perdeu sua esposa por complicações no parto de seu décimo quarto filho, o imperador Shah Jahan chamou todos os grandes artistas e arquitetos, comprou todas as jóias e o melhor mármore e pediu que construíssem o mais lindo túmulo. Ali jaz o corpo do imperador e da mulher mais amada. Levou 22 anos para ficar pronto. Desde então, nesses 350 anos, nenhum outro monumento foi construído que a ele se compare.
João 3:16
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Muito antes do Taj Mahal, outro monumento de amor foi levantado. Não com o mais lindo mármore. Não com jóias preciosas para enfeitá-lo. Num monte escuro, esse monumento foi cravado em forma de uma rude cruz. Nela, o filho de Deus derramou Seu amor por toda a raça humana. Quem quiser, pode juntar-se aos milhões que visitam o Taj Mahal cada ano. Ficarão encantados. Mas não poderão entrar para ver os corpos do imperador e sua esposa ali depositados. Se quiserem conhecer a outra história, a história da cruz, não precisarão ir a lugar algum. A cruz não existe mais, a sepultura está vazia porque Cristo ressuscitou. É em seu coração que Ele deseja construir um monumento. Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Casal de Auschwitz
Para os judeus, a palavra Auschwitz, 60 anos depois, ainda é horripilante. Mas para um casal que hoje vive na Argentina, Auschiwtz também trouxe alegria. David e Petra, judeus da Alemanha, foram parar nesse tenebroso campo de concentração polonês da segunda guerra mundial. 19 vezes David passou pelo processo que escolheria os mais fortes para trabalhar e os mais fracos para a câmara de gás. Embora magro e fraco, nunca foi escolhido para a morte. Numa das vezes em que foi para o trabalho no campo, ele viu uma jovem numa turma feminina de trabalho, a pequena distância. Daí por diante eles trocavam olhares seguidos. Não podiam se aproximar, não podiam se falar, mas se gostavam. Finalmente os alemães decidiram levar todos os prisioneiros para outra prisão. Um dia antes da partida, David e Petra arriscaram tudo e se encontraram por meia hora na plantação. Se falaram, trocaram informações e carícias, e foram embora, cada um para uma prisão diferente. O comboio de David foi atacado por americanos e ele pode fugir. Sobreviveu comendo grama nos bosques. E aí começou sua luta por encontrar a amada. Estaria ela viva? Estaria presa? Um dia um amigo lhe trouxe informações. Havia encontrado Petra num campo de prisioneiros. As primeiras perguntas dela: David está vivo? Ele fala de mim? Quer se casar comigo? Acabada a guerra, o reencontro deles foi entre lágrimas e sorrisos. Bem, o resumo é que esse casal, hoje na Argentina, vive há 59 anos uma linda história de amor.
Provérbios 5:18
“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.”
43 parentes de David morreram em Aschwitz. Mas foi lá que ele encontrou o grande amor da vida. Estará você enfrentando uma dura batalha, talvez entre a vida e a morte? Esse é o mundo com seus problemas, mas quem sabe você possa ver no meio de tudo um sorriso. Não será uma janela de esperança, por onde Deus está lhe dizendo que haverá um final feliz? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
Para os judeus, a palavra Auschwitz, 60 anos depois, ainda é horripilante. Mas para um casal que hoje vive na Argentina, Auschiwtz também trouxe alegria. David e Petra, judeus da Alemanha, foram parar nesse tenebroso campo de concentração polonês da segunda guerra mundial. 19 vezes David passou pelo processo que escolheria os mais fortes para trabalhar e os mais fracos para a câmara de gás. Embora magro e fraco, nunca foi escolhido para a morte. Numa das vezes em que foi para o trabalho no campo, ele viu uma jovem numa turma feminina de trabalho, a pequena distância. Daí por diante eles trocavam olhares seguidos. Não podiam se aproximar, não podiam se falar, mas se gostavam. Finalmente os alemães decidiram levar todos os prisioneiros para outra prisão. Um dia antes da partida, David e Petra arriscaram tudo e se encontraram por meia hora na plantação. Se falaram, trocaram informações e carícias, e foram embora, cada um para uma prisão diferente. O comboio de David foi atacado por americanos e ele pode fugir. Sobreviveu comendo grama nos bosques. E aí começou sua luta por encontrar a amada. Estaria ela viva? Estaria presa? Um dia um amigo lhe trouxe informações. Havia encontrado Petra num campo de prisioneiros. As primeiras perguntas dela: David está vivo? Ele fala de mim? Quer se casar comigo? Acabada a guerra, o reencontro deles foi entre lágrimas e sorrisos. Bem, o resumo é que esse casal, hoje na Argentina, vive há 59 anos uma linda história de amor.
Provérbios 5:18
“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.”
43 parentes de David morreram em Aschwitz. Mas foi lá que ele encontrou o grande amor da vida. Estará você enfrentando uma dura batalha, talvez entre a vida e a morte? Esse é o mundo com seus problemas, mas quem sabe você possa ver no meio de tudo um sorriso. Não será uma janela de esperança, por onde Deus está lhe dizendo que haverá um final feliz? Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros.
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